TRAVESSIA - ALLY CONDIE
Segundo
volume da trilogia distópica de Ally Condie, Travessia é a continuação
de Destino e retoma a história de
Cassia Reyes, jovem que pertence a uma sociedade na qual não há pobreza e a
população recebe alimentação, moradia e emprego de um Estado autoritário e controlador.
A Sociedade, como é conhecido este governo que vigia a todos, manipula desde a
função que cada cidadão exerce até a escolha de casais, num totalitarismo que levará
a jovem a enfim confrontar o poder instaurado.
O
futuro de Cassia, que um dia fora traçado de forma detalhada, não poderia ser
mais incerto agora que ela resolveu seguir para as sombrias Províncias
Exteriores, campo de extermínio dos cidadãos banidos pela Sociedade. Ela está à
procura de Ky Markham, com quem construiu uma relação proibida e que havia sido
aprisionado e levado para o que parecia a morte certa. A Sociedade afirma que
os indivíduos que são enviados ao local foram convocados para uma suposta
guerra contra um inimigo desconhecido. No entanto, são secretamente assassinados
por confrontarem o sistema.
A
chegada às Províncias reserva a Cassia uma boa surpresa: Ky conseguiu fugir
para os cânions da região. O que não tornará mais fácil a missão da jovem, pois
os cânions são inóspitos, traiçoeiros e não se sabe de ninguém que tenha
conseguido desbravá-los. Nesta fronteira selvagem, ela conhece a promessa de
uma vida diferente e testemunha os primeiros sinais de uma rebelião. Porém, mesmo
disposta a sacrificar tudo para reencontrar Ky, a situação de Cassia pode se
complicar por causa de reviravoltas na história provocadas por Xander, seu Par original.
Impulsionada
por sua coragem e pela determinação de Ky em se opor ao totalitarismo no qual
vivem, Cassia fará novas descobertas que levarão ambos a uma experiência de
vida completamente diferente à apresentada pela Sociedade, manipuladora como em
clássicos da distopia como 1984, Admirável mundo novo e Fahrenheit 451. Narrada em pontos de
vista alternados por Cassia e Ky, a continuação de Destino levará o casal aos cantos mais distantes da Sociedade, onde
a vida é muito diferente do que eles conheciam.
Booktrailer de Travessia:
O PRISIONEIRO DO CÉU - CARLOS RUIZ ZAFÓN
Dez anos depois do sucesso mundial de A sombra do vento, que superou a marca dos 15 milhões de exemplares vendidos, o escritor espanhol Carlos Ruiz Zafón retorna em O prisioneiro do céu à saga de Daniel Sempere e seu amigo Fermín, protagonistas da série O cemitério dos livros esquecidos, composta também por O jogo do anjo, de 2008. Apesar de ser o terceiro lançamento da sequência de quatro livros, o romance é, dentro do desenvolvimento cronológico da trama, o sucessor imediato de A sombra do vento, uma vez que O jogo do anjo se passa num período anterior ao título que inaugura a trama.
Considerado pela imprensa internacional e pelo próprio Zafón mais próximo à linguagem de A sombra do vento, o autor apresenta no livro o total domínio de sua narrativa e do estilo que o consagrou Espanha afora. Estão presentes neste novo romance o ambiente neogótico da Barcelona de Gaudí, tão próprio ao escritor, e o talento de roteirista que lhe permite encadear as cenas de sua novela numa estrutura narrativa bem engendrada em que os acontecimentos se sucedem formando uma teia de significados e referências.
“O prisioneiro do céu se parece mais com A sombra do vento do que com O jogo do anjo, tanto no que se refere ao tom quanto à própria experiência de leitura. É uma novela dinâmica, para que o leitor a desfrute, e inclui pitadas de humor, emoção, romance e magia. É também mais ágil e amável que O jogo do anjo, ainda que permita aos leitores reinterpretar os dois títulos anteriores com outros olhos”, explica Zafón, em entrevista à revista literária espanhola Que Leer, que elegeu o lançamento como o livro do ano de 2011.
O sucesso comercial de seus títulos, aliado a um estilo depurado na escrita dos mesmos, lhe rendeu comparações com Charles Dickens e Umberto Eco pela capacidade de criar romances populares e, ao mesmo tempo, repletos de referências eruditas, num difícil equilíbrio entre boas vendagens e reconhecimento literário. Diante das comparações, Zafón sai pela tangente: “Acredito que um escritor deve respeitar os galanteios ou opiniões sobre a sua obra, mas não prestar uma atenção demasiada ao que se diz. É parte do processo de tornar público um trabalho de criação”, opina o escritor que, no momento, se dedica ao quarto título da série.
Ambientado na Barcelona de 1957, O prisioneiro do céu se desenrola um ano após o casamento de Daniel e Bea. Eles agora têm um filho, Julián, e vivem com o pai de Daniel em um apartamento em cima da livraria Sempere e Filhos. Fermín ainda trabalha com eles e está ocupado com os preparativos para seu casamento com Bernarda no ano-novo. No entanto, algo parece incomodá-lo profundamente.
Quando tudo começava a dar certo para eles, um personagem inquietante visita a livraria de Sempere em uma manhã em que Daniel está sozinho na loja. O homem misterioso entra e mostra interesse por um dos itens mais valiosos dos Sempere, uma edição ilustrada de O conde de Monte Cristo que é mantida trancada sob uma cúpula de vidro. O livro é caríssimo, e o homem parece não ter grande interesse por literatura; mesmo assim, demonstra querer comprá-lo a qualquer custo.
O mistério se torna ainda maior depois que o homem sai da loja, deixando no livro a seguinte dedicatória: “Para Fermín Romero de Torres, que retornou de entre os mortos e tem a chave do futuro”. Esta visita é apenas o ponto de partida de uma história de aprisionamento, traição e do retorno de um adversário mortal. Daniel e Fermín terão que compreender o que ocorre diante da ameaça da revelação de um terrível segredo que permanecia enterrado há duas décadas no fundo da memória da cidade. Ao descobrir a verdade, Daniel compreenderá que o destino o arrasta na direção de um confronto inevitável com a maior das sombras: aquela que cresce dentro dele.
O prisioneiro do céu é um romance em que as narrativas de A sombra do vento e O jogo do anjo convergem, tencionando ao máximo o enigma que se esconde no coração do Cemitério dos Livros Esquecidos.
Booktrailer de O Prisioneiro do Céu:



quero ler os dois , apesar de não ter gostado muito de destino vou apostar em travesia ! quem sabe melhora rs
ResponderExcluirOi amiga!
ResponderExcluirAinda não li Destino e acredite se quiser, nada do Zafon =/
Beijocas
Gostei dessas novidades da Editora Suma, quero ler todos. A capa de Travessia ficou muito bonita ^^
ResponderExcluirAbraços
http://entrepaginasdelivros.blogspot.com/
Oi Nessa!
ResponderExcluirTroquei Destino mas ainda não me animei a ler. O tema até é interessante mas como é uma série, os livros demoram para sair vou esperar todos serem lançados por aqui. Já o Zafón é um autor que quero incluir logo na minha lista! Li as primeiras páginas de Marina e achei bem intenso, não é uma leitura fácil. Mas acredito que vale a pena!
Boas leituras!
- Nine
http://www.estantedanine.com/
Oi Nessa!
ResponderExcluirOs livros da Suma de Letras são ótimos! E esse parece ser ótimo também!
Um super Beijo!
http://luahmelo.blogspot.com
Ainda não li Destino, mas tenho muita vontade.
ResponderExcluirAinda não li nada do Záfon.
Ótimos lançamentos.
Beijos
Oi Nessa!
ResponderExcluirGosto muito do Záfon,virei fã desde que li A Sombra do Vento e estou louca para ler O Prisioneiro do céu.
Bjos Fabi
http://roubando-livros.blogspot.com
Sempre compro os livros do Zafón. Adquiri primeiro A Sombra do Vento, magnífico. Em seguida li O Jogo do Anjo. Recentemente li o rápido, mas gostoso, Marina. Já fiz o pedido de O Prisioneiro do Céu... anciosíssimo para lê-lo!!
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